
Meteoro (2008)★ 6.6/10
Speed Racer
- Acción
- Aventura
- Comedia
- Drama
- Familia
- Ciencia Ficción
- Deportes
Dirección: Lana Wachowski, Lilly Wachowski
Guion: Lilly Wachowski, Lana Wachowski, Tatsuo Yoshida
Un piloto aspira a ser campeón de carreras con la ayuda de su familia y su coche de alta tecnología.
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Nicholas EliaYoung Speed Racer
Susan SarandonMom
Ariel WinterYoung Trixie
Scott PorterRex Racer
Giancarlo GanzianoEveryman Announcer
Peter FernandezLocal Announcer
Harvey FriedmanHarold Ledermann Announcer
Sadao UedaJapanese Announcer
Valery TscheplanowaRussian Announcer
Kick GurrySparky
Christian OliverSnake OilerVideos
Ver todo ›Premios · 0 premios, 3 nominaciones
Ver todo ›- NominadoTeen Choice Awards 2008Teen Choice Award · Película: Acción-aventura
- NominadoTeen Choice Awards 2008Teen Choice Award · Película: Actor de acción-aventura
- NominadoTeen Choice Awards 2008Teen Choice Award · Película: Actriz de acción-aventura
Reseñas
L
LucianoAvila30 de noviembre de 2025
LucianoAvila30 de noviembre de 2025Los primeros minutos de la película son un shock por su estética tan estridente y colorida, con entornos en un añejo 3D que recuerdan a la saga Mini Espías. Pero esta estética chocante en sus escenas cotidianas, se justifica con las carreras, que son una demencia, un estallido de luces y colores (incluyendo transiciones con cabezas flotantes que barren la imagen), donde los autos hacen movimientos imposibles pero totalmente espectaculares.
Incluso el guion, con algunas cuestiones que no se terminan de articular y diálogos toscos, de alguna extraña forma refuerzan un poco la dinámica heredada del viejo anime (el nene y el mono funcionan bárbaro como alivio cómico).
Se nota que la película tiene un trabajo muy minucioso, extremada e inusualmente apoyado en la postproducción para esa época. El resultado es un asalto a los sentidos que creo se ajustaría muy bien a la reducida capacidad de atención actual, un delirio creativo que solo se le podría haber permitido a alguien después de haber hecho algo como Matrix.
Ojalá más películas se permitieran una libertad tan lúdica y desprejuiciada como la de esta adaptación.
Incluso el guion, con algunas cuestiones que no se terminan de articular y diálogos toscos, de alguna extraña forma refuerzan un poco la dinámica heredada del viejo anime (el nene y el mono funcionan bárbaro como alivio cómico).
Se nota que la película tiene un trabajo muy minucioso, extremada e inusualmente apoyado en la postproducción para esa época. El resultado es un asalto a los sentidos que creo se ajustaría muy bien a la reducida capacidad de atención actual, un delirio creativo que solo se le podría haber permitido a alguien después de haber hecho algo como Matrix.
Ojalá más películas se permitieran una libertad tan lúdica y desprejuiciada como la de esta adaptación.
T
tadeogoldstein13 de abril de 2025
tadeogoldstein13 de abril de 2025QUE PUTO PELICULON ABSOLUTAMENTE MENOSPRECIADO
L
Lucas Cine26 de junio de 2026
Lucas Cine26 de junio de 2026Assisti esse filme muito novinho na escola em um a cópia gravada do cinema, e aquilo me encantou de uma maneira, que sempre vinham cenas desse filme e com o tempo acabei escutando sobre o quão esse filme era ruim e feio esteticamente (tudo ao contrario), e ontem, antes de dormir assisti essa belezinha depois de tantos anos.
Muita coisa. As irmãs Wachowski pensam o digital como parte da narrativa e extrapolam a estética em prol da aproximação de linguagem da forma de quadrinhos, de mangá. É lindo de se ver como cada composição tem um tom pomposo e que vai cada vez mais tomando forma. Cada corrida tem sua identidade, cada corrida tem uma trama fora da corrida, e no final nem é sobre a corrida.
Existem aqui uma dominação de narrativa e texto que é singular e singelo o sentimento, o quanto ele é materializado naquele família, a falta dela e os espaços vazios que ela deixa quando não em tela. E as cores brilhantes exaltando a relação deles, o coração do carro é o amor e a disponibilidade de todos para fazerem aquele motor viver.
A metalinguagem que transborda todos os momentos sublimes de diálogo fazendo daquele universo vivo, colorido, esbelto, crível e fantástico ao mesmo tempo. São frames pensados quase como um sonho, sem amarras, que te envolve do começo ao fim em enérgicos e imparáveis estímulos visuais, dialéticos que só crescem durante a trama.
Speed Racer toma um lugar depois dessa revisita de muito carinho e amor de um tipo cinema que faz falta hoje em dia, de um tipo de cineastas fazem falta e em como pensar filmes como universos vivos que transbordam personalidade com tanto para se falar desde o vilão corporativo, até o amor da família e você querer viver o sonho sem ser engolido por ele. Lindo!
Muita coisa. As irmãs Wachowski pensam o digital como parte da narrativa e extrapolam a estética em prol da aproximação de linguagem da forma de quadrinhos, de mangá. É lindo de se ver como cada composição tem um tom pomposo e que vai cada vez mais tomando forma. Cada corrida tem sua identidade, cada corrida tem uma trama fora da corrida, e no final nem é sobre a corrida.
Existem aqui uma dominação de narrativa e texto que é singular e singelo o sentimento, o quanto ele é materializado naquele família, a falta dela e os espaços vazios que ela deixa quando não em tela. E as cores brilhantes exaltando a relação deles, o coração do carro é o amor e a disponibilidade de todos para fazerem aquele motor viver.
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