
But I'm a Cheerleader (1999)★ 7.4/10
- Comedy
- Drama
- Romance
Directed by: Jamie Babbit
Written by: Brian Peterson, Jamie Babbit
A naïve teenager is sent to "sexual redirection" school when her straitlaced parents and friends suspect her of being gay.
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Let's Talk About...April 10, 2025
Let's Talk About...April 10, 2025The satirical writing, bizarre cinematography, and surreal music make this an absolute delight. Megan’s transformation from self-doubt to confidence, and her final act of reclaiming her identity through cheerleading, is particularly powerful. She turns a traditionally objectified symbol into an emblem of autonomy and self-actualization.
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wickeremergedApril 7, 2025
wickeremergedApril 7, 2025Much like "Heathers," this film uses color as a powerful metaphor—beneath its vibrant hues lies a repressive, homophobic environment. Every humorous line carries an underlying critique of society’s rigid views on gender identity. Even forcing students to repeatedly say “I’m a homosexual” as if it were an admission of guilt is a way of eroding self-confidence. This film was ahead of its time.
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Lee RosalJuly 3, 2025
Lee RosalJuly 3, 2025Esse filme sempre me chamou a atenção, tanto pelo visual quanto por se encontrar nas maioria das listas que esbarro por aí, e não deu outra, gostei demais. É um combo muito bom, inteligentíssimo sem perder ironia e sarcasmo e a roupagem lúdica, foi corajoso na época e segue corajoso hoje. Natasha Lyonne é um ícone inquestionável, e ver RuPaul e Julie Delpy foi sensacional.
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Wen.dellApril 22, 2025
Wen.dellApril 22, 2025A escrita satírica, a fotografia bizarra e a trilha sonora surreal fazem deste filme um deleite absoluto. A transformação de Megan da dúvida para confiança, e seu ato final de recuperar sua identidade por meio da apresentação, é particularmente poderoso. Ela transforma um símbolo tradicionalmente objetificado em um emblema de autonomia e autorrealização.
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TWILIGHT1999April 22, 2025
TWILIGHT1999April 22, 2025La escritura satírica, la extraña cinematografía y la música surrealista hacen de ella una absoluta delicia. La transformación de Megan de la desconfianza en sí misma a la confianza en sí misma, y su acto final de reclamar su identidad a través de las animadoras, es particularmente poderosa. Convierte un símbolo que suele ser tomado como un emblema de autonomía y autorrealización.
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Olivesuki77April 18, 2025
Olivesuki77April 18, 2025Assim como Heathers, este filme usa a cor como uma metáfora poderosa — por trás de seus tons vibrantes existe um ambiente repressivo e homofóbico. Cada fala humorística contém uma crítica subjacente às visões rígidas da sociedade sobre a identidade de gênero. Até mesmo forçar os alunos a dizerem repetidamente “sou homossexual”, como se isso fosse uma admissão de culpa, é uma forma de minar a autoconfiança. Este filme estava à frente de seu tempo.
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Uboatsag96April 18, 2025
Uboatsag96April 18, 2025Al igual que Heathers, esta película utiliza el color como una poderosa metáfora: bajo sus vibrantes tonos se esconde un entorno represivo y homófobo. Cada línea humorística lleva subyacente una crítica a las rígidas opiniones de la sociedad sobre la identidad de género. Incluso obligar a los alumnos a decir repetidamente “soy homosexual” como si fuera una admisión de culpa es una forma de erosionar la confianza en sí mismos. Esta película se adelantó a su tiempo.
F
FilmDiva6January 5, 2021
FilmDiva6January 5, 2021Divertido
Megan é uma linda garota americana que não tem o seu comportamento muito aceito pelos pais. Eles acham estranho o fato dela abraçar e beijar demais as amigas e querer distância do namorado. Assim decidem mandá-la para um acampamento de homo-reabilitação.
































